“(…) Aí, a gente prova de novos beijos, de novos abraços, de novos aconchegos, de novos carinhos, de novas palavras, de novas promessas, de novos sonhos, de novos sorrisos, de novas vidas, de novos amores… E vemos que não adiantou nada ser infeliz durante certo tempo.
“Hoje estou com preguiça. Amanhã, quem sabe, eu resolvo ser feliz e viver.
“[…] Se chorar te faz melhor, então não economize lágrimas.
“O amor não acaba.
Ele se cansa.
“— E de tanto me atirarem pedras eu…
— … aprendi a tacar. Acertei a continuação?
— Não.
— Qual era então?
— E de tanto me atirarem pedras, eu aprendi a desviar.
— Achei que fosse tacar. Por que não seria?
— Porque maior vitória não é daquele que se vinga, mas sim daquele que mostra que não pode mais ser atingido.
“E se não der certo, bem… Aí a gente tenta de novo.